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Pedestre Tem Direito ao Seguro DPVAT?

Muitas pessoas conhecem o DPVAT, mas não sabem em que circunstâncias ele pode ser solicitado e quem tem direito a ele. O número de acidentes de trânsito no Brasil é muito alto, portanto, é importante que tanto motoristas quanto pedestres conheçam suas obrigações e seus deveres em ocasiões como esta. Quer saber se os Pedestres têm direito ao seguro DPVAT? Confira abaixo!

O que é o seguro DPVAT?

O seguro DPVAT, Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, é uma taxa obrigatória para todo proprietário de qualquer veículo. A taxa é paga anualmente e garante indenização no caso de invalidez ou consequências físicas permanentes nos envolvidos. O seguro assegura também no caso de morte, tal como pode reembolsar despesas médicas.

Quem tem direito?

O seguro está a disposição de qualquer pessoa envolvida em acidentes de trânsito, seja um motorista, um passageiro ou um pedestre. Então, sim, pedestres têm direito ao seguro DPVAT. O seguro em questão é diferente de um seguro privado porque não irá analisar um culpado para a situação, apresentando o boletim de ocorrência registrado do caso e comprovações médicos você poderá ser indenizado.

Procedimento

O procedimento para ser indenizado é mais simples do que parece, mas atente-se aos detalhes!

O prazo para registrar um boletim de ocorrência para acidentes de trânsito é de três anos contados a partir do dia do ocorrido. Os valores da indenização variam de acordo com o grau de seriedade de cada situação.

Para dar inicio ao seu processo de requerimento, você deve visitar uma instituição capacitada para atender seu caso, são elas: segurados associadas, Detrans, Correios, Bancos, entre outros postos. Esteja portando os documentos necessários para a situação, por exemplo: documento de identificação, boletim de ocorrência e comprovação de gastos médicos e hospitalares.

E para quem não pagou o DPVAT?

Se o motorista estiver em situação irregular com o licenciamento, isto é, não tiver quitado as taxas de impostos obrigatórios, será solicitado que ele efetue o pagamento para que então, o processo de requerimento de seguro seja iniciado.

O valor da indenização é transferido facilmente para sua conta corrente ou poupança, se as comprovações estiverem em estado regular.

Desde 1985, o DPVAT é um imposto essencial para que o licenciamento anual do seu carro esteja em dia, então não se deixe surpreender pelo valor a ser pago. Para adquirir maiores informações, acesse o DPVAT de seu estado, por exemplo: DPVAT RJ e esteja preparado!

4 principais dúvidas sobre o curso de técnico em Enfermagem

A área técnica de Enfermagem vem ganhando espaço nas últimas décadas, e esse fato talvez acontece pelo aumento e pela a melhoria das redes hospitalares do País. O envelhecimento mais tardio da população brasileira também pode ser responsável por esse crescimento.

O curso técnico é mais rápido de fazer, tem boa empregabilidade e a remuneração é razoável. Então se você está pensando em fazer um curso técnico de enfermagem vale a pena conferir as respostas que separamos sobre as principais dúvidas do curso.

Qual diferença entre auxiliar e técnico em enfermagem?

Muita gente confunde o técnico em enfermagem com o auxiliar de enfermagem pois as duas profissões atuam na mesma área. No entanto existem diferenças entre as duas especialidades.

O profissional formado como auxiliar em enfermagem é designado, basicamente, para cuidar de pacientes que não estão em estado grave de saúde, já o técnico em enfermagem trabalha sob a supervisão de um enfermeiro e, dessa forma, pode prestar assistência em casos de maior complexidade. Uma de suas funções mais básicas é atender pacientes em pós-operatório, por exemplo.

Onde atua o técnico em enfermagem?

Os técnicos em enfermagem geralmente atuam em hospitais, nos centros cirúrgicos e nas unidades de terapia intensiva. No entanto também são contratados para trabalhar em postos de saúde, centros de diagnósticos, asilos e casas de ressocialização, além da UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

A média salarial do técnico em enfermagem varia de acordo com a região e com a empresa onde trabalha. Não existe um salário mínimo profissional único para profissionais dessa área, mas a média salarial de um Técnico em Enfermagem, de acordo com o Guia de Profissões e Salários da Catho, é de R$ 1.825.

Como funciona o curso?

O curso Técnico em Enfermagem dura, em média, dois anos ou 1.200 horas e é ideal para quem deseja entrar rapidamente no mercado de trabalho. As disciplinas do curso estão ligadas a área de Medicina, Administração, Sociologia e Psicologia.

A matéria Assistência ao Paciente em Pronto Socorro e a Enfermagem Obstétrica e Materna Infantil geralmente integram a grade curricular do curso. Algumas escolas também ensinam determinada área da enfermagem, como oncologia e saúde pública. Para fazer esse curso basta ser formado no Ensino Médio.

Onde fazer o curso de técnico em enfermagem?

No Brasil, existem ótimas instituições de formação que oferecem o curso com aulas práticas que ocorrem nos laboratórios da própria escola e em empresas conveniadas. As instituições exigem carga horária de estágio mínima de 600 horas, que geralmente também são realizadas em empresas conveniadas.

Tanto em instituições privadas quanto nas públicas é possível fazer o curso. O aluno também pode garantir uma vaga nos cursos SENAI, SENAC, SENAR e SENAT através do Pronatec.

Principais benefícios trabalhistas que a empresa é obrigada a dar

Ser trabalhador no Brasil significa ter direitos e deveres. Com a carteira assinada o funcionário deve cumprir as novas pré estabelecidas pela empresa. Contudo, também possui direitos amparados pelas Consolidações das Leis Trabalhistas(CLT). Saiba quais os principais direitos a seguir.

O que são benefícios trabalhistas?

As leis trabalhistas foram criadas através do Decreto-Lei n.º 5 452. Elas são referentes ao Direito do Trabalho e Direito do Processo do Trabalho e se referem a todas as leis que protegem o trabalhador brasileiro. Foram criadas em 1937 através do Estado Novo unificando as leis que já existiam sobre a contratação de funcionários em uma empresa e criando novas. 

Dentre as leis trabalhistas estão uma série de benefícios concedidos ao trabalhador. Estes são pontos os quais devem ser cumpridos pelo contratante (seja ele pessoa física ou jurídica) sem questionar. São itens além do salário, também obrigação básica de toda empresa prover. 

São considerados ‘benefícios’ porque vão além do salário mensal. Também podem ser vistos como ‘acréscimo’ do rendimento a serem pagos mensalmente. 

Os principais benefícios trabalhistas obrigatórios

Os benefícios podem ser fornecidos pela empresa porque ela quer ou porque é obrigada a isso. Quando se trata de um benefício obrigatório está escrito na CLT e há multa para a empresa por não fornecer. Falando de benefícios obrigatórios, temos:

Vale transporte – um trabalhador não pode pagar para se dirigir até o emprego. Por este motivo a empresa é obrigada a fornecer o valor de ida ou volta. Seja em vale ou auxílio gasolina. 

Vale refeição – para uma carga horária superior a cinco horas é obrigatório o pagamento de um vale refeição. Ele pode ser pago em dinheiro, em papel (menos usado hoje em dia) ou cartão para acompanhamento de saldo. O serviço de consulta de Saldo Sodexo é um exemplo de um dos cartões para consultar e gastar com refeições todos os dias. Todos os meses a empresa carrega de novo.

Férias – a cada 11 meses trabalhado um período de 30 dias deve ser de descanso. O trabalhador pode optar por não tirar férias e receber por isso “vendendo” à empresa mas só apenas até 20 dias. As férias também não podem acumular dois anos.

Seguro desemprego – se não for demissão por justa causa há um valor a ser recebido mensalmente de um salário mínimo de um até seis meses. Este dinheiro ajuda na recolocação do funcionário no mercado de trabalho.

Uma folga semanal – a cada seis dias de trabalho contínuos um deve ser de pausa. Pode não ser um dia fixo mas deve existir.

Um salário mensal – é direito de todo trabalhador ao finalizar 30 dias de trabalho receber o seu salário de acordo com a carga horária fornecida à empresa. Esse pagamento deve ser mensal e deve ser igual ou superior ao salário mínimo brasileiro.

Hora extra – a carga horária máxima permitida continuamente é de 8 horas diária com uma hora de folga para intervalo de refeição. Algumas empresas dão intervalos maiores mas é de uma hora ao menos o mínimo. Ultrapassando as 8h o contratado deve receber por hora a mais trabalhada, a conhecida hora extra.

Saiba Onde Fazer o Curso de Design de Interiores

Profissões da área de construção e decoração são muito valorizadas no mercado. São bem cotadas porque atuam em um setor considerado atemporal e muito bem procurado. Design de interiores é um dos cursos mais procurados e vale a pena porque o salário é bom e há muitas boas escolas com disponibilidade para aulas. Saiba mais!

Como trabalha um design de interiores?

O designer de interiores é nome da profissão de quem faz o curso de design de interior. Costumeiramente as pessoas se referem a ele como decorador. Pode ser um apelido, mas não define toda a profissão. 

Profissionais da área devem fazer um curso técnico porque não há curso de graduação tradicional disponível no Brasil. A duração é de em média dois anos, com apresentação de projeto ao final e certificação equivalente a nível médio. 

No mercado de trabalho o profissional atua projetando decorações de ambientes internos e externos. Não é apenas escolher os móveis e cores de parede, vai muito além disso. Cria-se um projeto em papel ou design 3D para aprovação do cliente de acordo com os desejos do mesmo. Pode ser um espaço mais amplo, mais funcional, decorado com um estilo diferenciado, dentre outras propostas. 

No mercado pode-se trabalhar com empresas de engenharia, arquitetura e urbanismo ou por conta própria em projetos autônomos. Pode ser pago por projeto ou salário mensal prestando serviço, um dos mais altos do mercado na área de decoração. Também pode prestar consultoria a lojas e empresas do setor. 

Onde fazer curso de design de interiores?

Existem algumas opções no mercado para curso de design de interiores. Escolas tradicionais já trabalham há anos com o curso como a unidade do SENAC PR oferecendo o técnico na área. Outras unidades da mesma instituição possuem o técnico de design de interior com aulas de manhã, tarde e noite. 

Há outras opções ainda. A UniCesumar oferece o curso na modalidade Ead, para estudo por meio de sistema fechado com aulas em vídeos e apostilas. Há certificação ao final e equivale ao ensino médio. 

A Unopar também oferta cursos de design de interiores em modelo presencial. As aulas acontecem em laboratório específico climatizado, com aulas teóricas e práticas e muito conteúdo focado apenas em aplicar as técnicas de decoração. O material é diversificado entre apostilas e livros da área.

Outras dicas de instituições que oferecem o curso como graduação:

  • Estácio de Sá;
  • IBGM;
  • FBV – Faculdade Boa Viagem;
  • Cruzeiro do Sul Virtual;
  • Dentre outras.

Preços de curso de design de interiores

Os valores das mensalidades variam entre R$ 250 e R$ 500. Os cursos na área de design costumam ser um pouco mais caro porque envolvem estrutura física e muito material de criação própria da instituição de ensino. 

Uma boa notícia é que cursos ead costumam ser mais em conta. Algumas faculdades oferecem no ensino à distância uma mensalidade de R$ 150 para pagamento parcelado sem juros no cartão de crédito. 

Há a opção ainda de tentar bolsas de estudo tanto no Sisutec como em sistemas como o Educa Mais Brasil para baratear ainda mais a mensalidade. 

 

Quem tem direito ao décimo terceiro salário?

No Brasil os trabalhadores possuem diversos direitos assegurados pelas Consolidações das Leis de Trabalho, mais conhecida pela sua sigla CLT. Um dos direitos é o décimo terceiro salário, garantido a diversas funções. Saiba mais!

O que é o décimo terceiro salário?

O décimo terceiro salário é um valor pago extra ao final do ano ao trabalhador. Assim como o bolsa família 2018, é um benefício de todos os trabalhadores brasileiros. Em outros países também existe este tipo de pagamento.

Devidamente registrado com carteira assinada, o empregado possui direito a um salário mensal. Contudo, temos 12 meses de trabalho, o que geraria apenas 12 salários. Surgiu então um extra, o décimo terceiro.

O 13º salário é garantido pela Lei 4.090 instituída nas leis trabalhistas em 13 de julho de 1969. Ele deve ser pago todos os anos e não pode ser atrasado. O pagamento do décimo não exibe o empregador de outros direitos trabalhistas. Ele não pode deixar de pagar o salário ou vale transporte e refeição, por exemplo, porque está fazendo este pagamento.

Todas as empresas com contratação formal são obrigadas a pagar o décimo terceiro salário.

Como funciona o décimo terceiro salário? Como é pago

Apesar de ser uma gratificação de Natal por conta da data de pagamento, não é preciso trabalhar até dezembro para receber o valor. O pagamento do 13º salário é calculado de forma proporcional. Dependendo de quantos meses se trabalhar naquele ano o valor é pago proporcional.

O valor do décimo terceiro corresponde a um salário do empregado. Se ele ganha R$ 2.500, recebe como extra exatamente o mesmo valor. Para calcular quanto se tem direito a receber quando não completou um ano de trabalho é só dividir o valor do salário pela quantidade de meses trabalhados.

O empregador possui o direito de pagar em até três vezes o conhecido apenas como ‘décimo’. A primeira, contudo, deve ser paga a partir de setembro do mesmo ano. Não é um pagamento que possa migrar para o ano seguinte.

A empresa pode pagar tudo de uma única vez, em parcelas mas nunca deixar de pagar até 31 de dezembro do mesmo ano ou poderá ser multada pelo Ministério do Trabalho. O empregado pode denunciar quando começar a ficar em atraso.

Quem possui direito ao décimo terceiro salário?

Todos os trabalhadores formais possuem direito a ter um décimo terceiro salário. A regra é clara: se for contratador com carteira assinada então deve receber o décimo terceiro. Entram então nesta categoria:

  • Trabalhadores da indústria;
  • Domésticos;
  • Trabalhadores rurais com vínculo empregatício.

Os trabalhadores atuando em empresa sob o sistema de contrato devem negociar o pagamento do décimo junto a seus empregadores. Pode ser pago, mas não é uma obrigação formal se o vínculo for temporário.

Uma das maiores polêmicas com relação à reforma trabalhista em andamento para votação é quanto ao pagamento do décimo terceiro. Se o sistema de contratação será temporário o empregador não necessita pagar este e outros direitos previstos na CLT. Esta é uma polêmica constante de análise a qual deixa a reforma não atrativa.

 

Saiba quais documentos devem estar em dia antes de viajar

Viajar com a família ou amigos sempre é uma experiência positiva. Mas antes de sair de casa é necessário tomar alguns cuidados, em especial com a documentação. É importante que todos os documentos a serem utilizados no trajeto estejam em dia, devidamente regularizados. Quais são eles? Confira a seguir.

Documentos que devem estar em dia antes de viajar pelo Brasil

Mesmo estando em território nacional é preciso identificar quem você é. O primeiro passo é ter em mãos documento oficial com foto, que pode ser Identidade, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou carteira de trabalho.

Em se tratando de documentos pessoais, antes de viajar é preciso pensar sempre nos menores de idade. Acompanhados dos pais necessitam de seus documentos pessoais, são eles:

  • Identidade;
  • CPF;
  • Registro de nascimento.

Por muitos anos os pais necessitavam apenas do Registro de Nascimento. Atualmente esse é válido apenas para menores de dois anos. Desta idade em diante é necessário ter todos os documentos pessoais da criança. Podem ser solicitados em qualquer idade.

Não são válidos como documentos oficiais para viagens:

  • Carteira de estudante – apenas para obter desconto;
  • Carteira de clubs e associações;
  • Carteiras de filiações sindicais – apenas para obter descontos.

Documentos para quem vai viajar de carro no Brasil

Ao viajar de carro em território nacional o veículo também necessita de sua documentação em estado regular. O Bradesco IPVA 2018 é um dos exemplos que não pode faltar. IPVA não pago(e consequentemente o DPVAT) significa veículo irregular, seja ele qual for. Pode levar a multa, apreensão do bem e pagamentos de taxas extras. A regra vale para território nacional. 

O motorista não pode esquecer de sua Carteira Nacional de Habilitação. Ela deve estar válida, sendo provisória ou não. Os documentos do veículo também devem estar todos regulares e com as devidas taxas pagas.

Documentos que devem estar em dia antes de viajar para o exterior

Ao sair do território nacional o brasileiro deve ser devidamente identificado em todos os locais. E saindo do território nacional a sua Carteira Nacional de Habilitação deixa de ser um documento válido. O que vale agora é o passaporte.

O passaporte é o documento do viajante para ser utilizado em todos os momentos no exterior. A identidade não serve mais, mesmo sendo importante ter em caso de perda de outros documentos. E como há muitos protocolos para solicitar o passaporte e taxas a serem pagas é necessário solicitar com o máximo de antecipação possível.

Os parceiros do Brasil em relações diplomáticas não exigem vistos e entram nessa regra todos os países da América Latina. Os demais necessitam de visto a ser solicitado na embaixada de cada país. No geral são no mínimo 90 dias de antecipação para a solicitação do visto no passaporte que já deve estar em mãos.

E se for dirigir no exterior é necessário uma permissão especial. Ela é solicitada do Departamento de Trânsito de sua cidade e pagar a taxa para obter a licença especial. Sem ela não é possível dirigir em outro país.

Como funciona o salário mínimo regional?

Criado no dia 1 de maio pelo presidente Getúlio Vargas, o salário mínimo é uma forma de garantir por lei a subsistência do trabalhador. É o menor valor que um trabalhador pode receber por seu trabalho, sua função. E poucas pessoas sabem mas existem dois salários mínimos: o regional e o nacional. Saiba mais!

O que é salário mínimo regional?

O salario minimo 2018 é um valor único o qual todos os trabalhadores devem receber como menor. Ou seja: é do mínimo em diante. Esse direito é garantido pela Consolidação das Leis do Trabalho, a conhecida CLT. O empregador é obrigado a pagar o mínimo sempre ou será multado no Ministério do Trabalho e considerado escravocrata, recebendo as devidas punições. 

A Constituição em seu artigo 7 prevê que o salário mínimo deve prever todas as necessidades do trabalhador. É por isso que constantemente existe o reajuste do salario minimo, uma forma do Governo igualar o poder aquisitivo do trabalhador com o reajusta da inflação.

Mas infelizmente nem sempre o valor ganho pelo trabalhador consegue suprir as suas necessidades e os sindicados entenderam isso rápido. Por meio de protestos conseguiram criar o salário mínimo regional. Ele funciona assim: além do salário mínimo algumas profissões possuem um outro valor o qual deve ser obedecido.

Quem possui salário mínimo regional?

Na hierarquia a ordem é: o salário mínimo nacional é o principal e deve ser sempre cumprido. Por regra todo salário mínimo regional deve ser sempre maior que o mínimo nacional e por isso algumas profissões conseguem ter um menor valor muito maior que o estipulado para o trabalhador geral.

Apenas cinco dos 27 estados brasileiros possuem o direito de estipular um salário mínimo regional. Foram os que os sindicatos lutaram por este direito. São eles:

  • Santa Catarina;
  • São Paulo;
  • Rio de Janeiro;
  • Rio Grande do Su;
  • Paraná.

Apenas nestes estados pode ser pedido o reajuste do salário mínimo regional e pode haver mudanças para as diversas categorias. Neste caso vale o que for regional para o patronato realizar o pagamento e não o mínimo.

Por enquanto outros estados ainda estão em planejamento de ter o direito ao salário mínimo regional, mas nada concreto ou em pauta na Câmara dos Deputados.

Como acontece o reajuste do salário mínimo

O Governo Federal é o responsável pela mudança do salário mínimo nacional. Ele pode sofrer um reajuste anual ou quantas vezes for necessário para igualar o poder aquisitivo do trabalhador com a inflação. Quanto mais os juros e inflação aumentam, maior deve ser o salário mínimo.

Este aumento deveria ser automático mas em alguns momentos infelizmente não acontece. As classes trabalhadoras então são responsáveis por se movimentar para garantir que seu salário continue com poder de compra.

Os bancários são os mais conhecidos por fazer greve quando o salário não é reajustado conforme a inflação. Outros sindicados bem unidos são os policiais, dos médicos e dos funcionários dos Correios.

Qualquer sindicato ou classe trabalhadora a qual se sinta prejudicada com a ausência de reajuste salarial pode fazer reivindicações por seus direitos com seus contratantes ou diretamente ao Governo Federal.

 

7 Melhores carros para viagens longas

Seguir na estrada com um veículo exige alguns cuidados a serem tomados. As medidas de segurança e se manter na velocidade estipulada na via são pré requisitos básicos. Com igual importância a escolha do veículo deve ser levada em consideração para uma viagem tranquila e sem problemas. Saiba mais!

Você sabe escolher um carro para viajar?

Há quem pense que qualquer coisa é melhor que um ônibus. Não é bem assim. Imagine-se sentado em um carro em uma viagem de sete horas seguidas com poucas pausas. Pode ser cansativo tanto para o motorista como para os passageiros, sem contar com a segurança.

Seguindo os pré requisitos básicos de segurança, pode-se pedir um pouco mais de um carro para viagens longas. Um dos pontos importantes é o conforto para dirigir sem desgaste físico e ai os automáticos levam vantagens. Sem a troca de marcha o motorista cansa menos e pode focar ainda mais na segurança na estrada. 

Outro ponto importante é espaço. Ninguém consegue passar mais de duas horas com as pernas topando no banco da frente ou bem próximo à direção. Quanto mais espaço sempre será mais vantajoso. Alguns ainda preferem não lotar ao máximo e ficar com três passageiros além do motorista ao invés de quatro para ter mais espaço.

Outros pontos a serem levados em consideração ao escolher carro para viagens longas:

  • Consumo de combustível na estrada;
  • Espaço da mala;
  • Espaço entre os bancos;
  • Se baixo ou alto – os mais baixos tendem a ralar em lombadas e terrenos arenosos.

Os sete melhores carros para viagens longas

Quem está pensando em adquirir um novo veículo para as próximas viagens possui sete boas opções de carros para viagens longas. São eles:

Honda CRV – mesmo sendo um utilitário é um pouco mais largo que os demais, dando conforto aos passageiros. Mala ampla também é um ponto positivo para a bagagem. 

Chevrolet Captiva – um sedan espaço e com uma mala digna de viagens de mais de 10 dias. Um diferencial é seu acessório Eco Mode, um recurso tecnológico que faz a troca de marchas consumir menos.

Nissan Grand Livina – ele foi eleito o melhor carro para famílias grandes por conta do espaço diferenciado. Permite até seis passageiros além do motorista e um amplo espaço para bagagem.

Renault Sandero Stepway – além de espaço tem um ponto interessante: suspensão alta. Para viagens em estradas de barro ou terrenos não conhecidos pode ser de grande ajuda.

Chevrolet Spin – uma mini van econômica para levar a galera para curtir uma viagem longa com conforto e uma bagagem enorme porque são nada menos que 700 litros de capacidade. Sua mala é maior que muito sedãs.

Ford Focus – eleito um dos veículos com menor consumo é também um dos mais confortáveis. Um dos pontos a seu favor é ter alguns recursos como passagem de marcha suave para deixar o ato de dirigir menos cansativo.

C4 Picasso – costumeiramente quem possui mais de dois filhos possui preferência pelo modelo por seu conforto. Também tem como ponto a seu favor ser largo para passageiros maiores e consumo baixo de combustível na estrada.